Que minha alma,
liberta da couraça
Do egoísmo, da mágoa,
da aridez,
Vive no espaço que
esse amor lhe traça.
Dia após dia, mês
após mês,
Sigo teus passos,
preso à tua graça.
És a resposta a todos
os porquês
E a afirmação de que
nem tudo passa.
Quando disseste “vem
comigo”, eu vim
Pois eras a
esperança, eras meu sonho
Mais divino, mais
puro, mais pudico.
Como a lei natural
impõe um fim,
Morra eu, que de
matéria me componho,
Mas nunca o amor que
te dedico.
(Desconheço o autor)
(Desconheço o autor)
